terça-feira, 25 de abril de 2017

SINT CITY PODRA ESTAR DE VOLTA EM BREVE

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Frank Miller e Brian Azzarello, equipe criativa de Cavaleiro das Trevas: A Raça Superior, participaram de um painel da Chicago C2 E2, evento de quadrinhos nos EUA, e conversaram sobre diversas coisas, incluindo futuro projetos. Miller revelou que tem planos para dois projetos com a franquia Sin Ciy, só que agora situados no passado.
Enquanto eu estiver na ativa,  Sin City não vai acabar. Esse é o meu pilar. Eu tenho o próximo planejado. Espere para voltar no tempo no próximo … Eu tenho os próximos dois Sin City planejados, e ambos estão situados no passado. Um ocorre em meados do século 20, e o outro ocorre várias centenas de anos antes disso.”  – disse Miller.
Miller ainda foi perguntado se um de seus projetos envolvia a origem de Jackie Boy, ou algo relacionado a isso. Ele prontamente respondeu que não.
Não. O Jackie Boy já foi feito, acho que vimos muito dele, e ele está tão morto quanto você consegue imaginar.” – Completou Miller. 
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Jackie Boy no quadrinhos e no cinema
Por enquanto, o retorno de Frank Miller à Sin City ainda é um projeto do quadrinista, mas fique atento para mais informações.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

QUARTETO FANTÁSTICO PODE GANHAR GIBI NOVAMENTE

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Duante a Chicago C2 E2, evento de quadrinhos dos EUA, a Marvel revelou que começara uma nova linha editorial chamada Legacy, que irá reunir elementos e personagens clássicos e novos. Essa nova iniciativa começara em um one-shot de 50 páginas com roteiro de Jason Aaron e desenho de Esad Ribic. Para mais detalhes, 
Legacy
Legacy
Uma outra revelação feita durante o painel da C2 E2 por Tom Brevoort, editor da Marvel, é que o final do one-shot “quebraria a internet” com as últimas paginas que trariam algo que faz muita falta no Universo Marvel.
Nas últimas páginas do one-shot veremos o retorno de um dos pilares da mitologia Marvel que deixou os leitores de luto nos últimos meses.” – disse Brevoort. 
A fala de Brevoort não foi uma confirmação do retorno do Quarteto Fantástico, mas os fãs vibraram e logo deduziram que se tratava do retorno da Família Fantástica, que não faz mais parte da configuração atual do Universo Marvel devido aos acontecimentos da saga Guerras Secretas de Jonathan Hickman e Esad Ribc. 
Capa de Fantastic Four #1 por Jack Kirby
Capa de Fantastic Four #1 por Jack Kirby
Ainda não há nenhuma confirmação sobre o retorno da família fantástica, mas com certeza é algo que os fãs sentem muita falta nas histórias atuais da Marvel, pois apesar de não terem mais a mesma importância que tiveram nos primeiros dias da editora, durante muito tempo eles foram a base de tudo que existe no Universo Marvel.
Legacy de Jason Aaron e Esad Ribic será lançado em Outubro nos EUA.

domingo, 23 de abril de 2017

UMA NOVELA VEM PARA CORRIGIR A OUTRA SAIBA AQUI


Marco Pigossi e Ísis Valverde (Foto: Estevam Avellar/TV Globo)
O público tem respondido bem à nova novela de Glória Perez: os 4 primeiros capítulos cravaram 32 pontos no Ibope da Grande SP, contra 28 na primeira semana de “A Lei do Amor” (leia no parágrafo final). São duas produções diferentes, com abordagens e propostas estéticas diferentes. E já é possível traçar um paralelo entre o que não funcionou em “A Lei do Amor” e foi corrigido em “A Força do Querer”.
Os itens abaixo não são “regras de boa teledramaturgia” – haja vista, por exemplo, novelas com primeira fase longa que foram bem sucedidas. São apenas questões que não funcionaram ou ficaram devendo na novela anterior e que foram sanadas na nova produção.
1. Primeira fase
A primeira fase de “A Lei do Amor” durou uma semana (mudou na sexta): apresentou os antecedentes de muitos personagens e o elenco foi quase todo trocado na passagem para a fase definitiva. Começaram então a pipocar as dúvidas (quem foi quem na fase anterior), principalmente por conta do elenco numeroso. “A Força do Querer” teve uma primeira fase que durou metade do primeiro capítulo. Se é que dá para chamar de “primeira fase”: foram introduzidos os núcleos de Zeca e Ruy (então crianças) e o triângulo Caio-Bibi-Rubinho. Apenas.
2. Elenco
A Força do Querer” tem um elenco enxuto para os padrões atuais das novelas das 21h da Globo: por volta de 40 atores, a maioria conhecidos do público. “A Lei do Amor” tinha cerca de 55 personagens, sem contar os da primeira fase, e a metade formada por atores jovens e desconhecidos. Diante de um emaranhado de núcleos familiares, o público de “A Lei do Amor” precisou de uns três meses para decorar os nomes e saber quem era filho de quem – mesmo após o fim da novela, há quem não saiba que Thiago, Analu e Camila eram filhos de Hércules e Carmem (quem eram Camila e Carmem mesmo?).
3. Trama
Elenco maior significa mais tramas e mais possibilidades para os autores trabalharem de acordo com o termômetro da audiência. A própria Glória Perez já abusou do número de personagens em trabalhos anteriores. Elenco menor resulta em mais objetividade do autor. Enquanto “A Lei do Amor” confundiu o público e acabou retalhada (novela Frankenstein) na tentativa de se adequar à audiência, a trama de “A Força do Querer” é concisa e objetiva: em uma semana, as histórias centrais já estão entendidas pelo público. Também, lá no primeiro capítulo, já foi jogada a “cota polêmica”: a novela promete pegar fogo com a discussão sobre identidade de gênero, através da personagem Ivana (Caroline Duarte), de acordo com sua descrição, um “menino aprisionado num corpo de menina”. “A Lei do Amor” não usou nenhum tema polêmico para chamar a atenção.
Juliana Paes e Rodrigo Lombardi (Foto: Raquel Cunha/TV Globo)
4. Estética
Convenhamos, a estética de “A Força do Querer” é mais bonita e atraente do que era a de “A Lei do Amor”. Não apenas por sair do eixo Rio-SP e explorar o Pará (*), com paisagens exuberantes e locações quase exóticas. Refiro-me também – e principalmente – à iluminação da novela, com filtro em cores fortes e uma plasticidade bonita e agradável. Não fere os olhos como “Velho Chico” (**), tampouco é aquela imagem borrada e esfumaçada de “A Lei do Amor”. A “fotografia” de “A Força do Querer” a deixa com cara de novela.
5. Direção
Talvez o maior diferencial entre essa e as outras novelas de Glória PerezRogério Gomes refresca o horário com uma direção que prima pela estética, tomadas criativas e cenas arrebatadoras que, combinadas ao elenco gabaritado e ao ótimo texto que a autora vem apresentando, traduzem na tela belos momentos de dramaturgia. Uma direção como a de “A Força do Querer” fez falta em “A Lei do Amor” e na novela anterior de Glória, “Salve Jorge” (2012-2013).
Audiência: “A Força do Querer” tem se saído bem, principalmente se comparada com a primeira semana da novela antecessora – ainda que, atualmente, a TV a cabo esteja sem o sinal da Record-SBT-RedeTV em São Paulo. Os primeiros 4 capítulos (os números consolidados de sexta e sábado só saem na segunda-feira ao meio-dia) cravaram 32 pontos no Ibope da Grande SP, enquanto “A Lei do Amor” fechou com 28. Lembrando que “A Lei do Amor” 

sábado, 22 de abril de 2017

SAIBA COMO ESTA O FILME DA VIDA DE EDIR MACEDO


Dalton Vigh e Eduardo Galvão foram confirmados no elenco de “Nada a Perder”, o filme sobre a vida de Edir Macedo, líder da igreja Universal e dono da Record TV.
São atores muito conhecidos do público e com diversos trabalhos gravados na Globo, entre novelas e minisséries - em se tratando de produções mais recentes, Vigh foi o Dom Raposo de “Liberdade, Liberdade”, enquanto Galvão participou de “Malhação – Seu Lugar no Mundo”. Profissionais, atenderam à convocação para o filme sem nenhum problema.
Por outro lado, a Record TV e a Paris Filmes já definiram o roteiro de trabalho de “Nada a Perder”. As filmagens vão começar na segunda quinzena de maio, com locações em São Paulo, Rio de Janeiro e África do Sul.
O elenco também reúne Petrônio Gontijo, no papel do líder evangélico; Day Mesquita, como Ester Bezerra - mulher de Macedo; Beth Goulart; Leonardo Franco e Pedro Henrique Moutinho. A direção é de Alexandre Avancini.

sexta-feira, 21 de abril de 2017

O REBIRTH DA MULHER MARAVILHA JÁ VAI GANHAR NOVA CARA VEJA

Com a saída de Greg Rucka, o roteirista que assumiu a HQ da Mulher-Maravilha no Rebirth da DC Comics, a série já tem uma substituta. É Shea Fontana, roteirista que tem trabalhado nos últimos anos com a DC na linha DC Super Hero Girls de histórias mais infantis. Fontana escreverá cinco edições.
Rucka reorganizou a mitologia da personagem com uma história de Ano Um e vai deixar a série na edição 25, do fim de junho. O roteirista diz que "não consegue manter o ritmo da série enquanto honra seus compromissos" com seus outros trabalhos. Um dos desenhistas que têm acompanhado essa fase com Rucka, Liam Sharp também deixará a série. As duas primeiras edições de Fontana terão a artista Mirka Andolfo (DC Comics: Bombshells) nos desenhos.
"Wonder Woman #23 encerra nossa história principal, 'The Lies/The Truth' e Wonder Woman #24 serve como um epílogo para esse conto. Wonder Woman #25 vai montar a mesa para quem vier depois, eu espero, e fornecer espaço suficiente para trabalhar e explorar e crescer", escreveu Rucka na sua despedida.
A fase de Rucka na HQ começa a sair no Brasil neste mês. Além de trazer o Rebirth - aqui com o selo "Renascimento" - a Panini Comics volta a publicar uma série solo da Mulher-Maravilha depois de mais de 30 anos